
Naquela manhã de quinta-feira, enquanto a chuva fina riscava os vidros do alto prédio comercial em Belo Horizonte, Leonardo Falcão…

Premissa impossível, o desprezo silencioso. São Paulo, bairro dos jardins. O relógio suíço no pulso de Gustavo Andrade marcava 8…

O vento atravessava o parque com cheiro de grama molhada e pipoca quente. O sol das 4 da tarde escorria…

A noite caía sobre São Paulo feito um cobertor de vidro trincado lá de cima do 34º andar. As luzes…

O sol se despedia por trás das ladeiras do Santo Antônio, além do Carmo, em Salvador. A luz dourada entrava…

Nos primeiros 10 segundos, antes mesmo de qualquer explicação, a câmera imaginária já se aproxima devagar do rosto de Ricardo…

O som de chuva batendo no vidro parecia um relógio quebrado, repetindo o mesmo tictac de tristeza. Eduardo Ferraz observava…

O sol das 4 da tarde caía pesado sobre os muros altos da mansão. O calor fazia o ar vibrar…

A noite ainda não tinha acabado, mas a casa já parecia acordada. Lá fora, a chuva fina caía sobre os…

Ma, má, o som era pequeno, quase um sopro, mas cortou o ar da mansão como uma lâmina. Eduardo Almeida…

Nenhuma mulher havia resistido a uma única noite completa naquela mansão em jardins, bairro elegante de São Paulo. As renúncias…

Ela era só uma empregada simples, mas quando viu aqueles dois bebês chorando todas as noites, descobriu um segredo sombrio…

Quando Henrique voltou para casa, achando que encontraria o silêncio de sempre, ele encontrou algo pior, ausência. As filhas gêmeas…

O céu de São Paulo estava daquele jeito, indeciso, meio cinza, meio dourado, quando Renato empurrou a cadeira de rodas…

O som do relógio era o único que se atrevia a respirar naquela casa. Tic tac tic tac. Cada segundo…

Ninguém ouviu o grito de Miguel, só o som seco do metal retorcendo na descida rodovia. Um crash que rasgou…

A chuva caía fina sobre o bairro nobre de Morumbi. As gotas desciam lentas pelos vidros da mansão Monteiro, riscando…

Nos primeiros segundos daquela tarde abafada em São Paulo, antes mesmo que qualquer tragédia tivesse nome, o silêncio na mansão…

Ainda era noite quando um barulho seco cortou o silêncio, o estalo do plástico da janela batendo com vento frio….

A chuva tinha parado fazia pouco tempo, mas o cheiro de asfalto molhado ainda subia da rua lá embaixo, lá…